Detalhes do Projeto
Uma das moradoras, Kristina Halvorson, da Adaptive Path, acredita firmemente que o design não pode ser testado sem conteúdo real:
Já ouvi o argumento de que "lorem ipsum" é eficaz em wireframes ou design porque ajuda as pessoas a se concentrarem no layout em si, no esquema de cores ou em qualquer outra coisa. O que me irrita aqui é que estamos falando em criar uma experiência do usuário que (gostemos ou não) será ORIENTADA por palavras. Toda a estrutura da página ou do fluxo do aplicativo é PARA AS PALAVRAS.
Se é isso que você pensa, que tal o contrário? Como avaliar conteúdo sem design? Sem tipografia, sem cores, sem layout, sem estilos, tudo aquilo que transmite os sinais importantes que vão além do mero texto, hierarquias de informação, peso, ênfase, ênfases oblíquas, prioridades, todas aquelas dicas sutis que também têm apelo visual e emocional para o leitor. Defensores rígidos da estratégia de conteúdo podem evitar o uso de textos fictícios, mas os designers podem querer pedir que eles forneçam folhas de estilo com os conjuntos de textos que eles fornecem, em sintonia com a direção de design que eles exigem.
Ou então, uma rota alternativa: defina pontos de verificação, redes, processos e junções entre conteúdo e layout. Dependendo da situação, pode ser adequado concentrar-se no design ou no conteúdo, invertendo o foco quando necessário.
Ou talvez não. Que tal isto: crie interseções e pontos de verificação apropriados entre design e conteúdo. Aceite que, às vezes, não há problema em focar apenas no conteúdo ou apenas no design.